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BioInfo - Noctiluca

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Céu competindo com o mar: Foto de Phil Hart

Também conhecida como luz do mar, Noctiluca scintillans é um grande (até 2 mm) protista unicelular dinoflagelado, pertencente à classe Noctiluciphyceae, ordem Noctilucales. Eles vivem próximos à superfície do oceano, onde se alimentam de outros organismos planctônicos. 
Apresentam um corpo achatado e esférico, sem proteção. É incolor, porém com a presença de organismos fotossintéticos o Noctiluca pode adquirir uma cor esverdeada ou roseada. Possuem dois flagelos: um no sulco, outro no cíngulo, mas apenas um dos flagelos é visível. O flagelo não é utilizado para locomoção, mas para arrastar alimento para a boca e remover os dejetos. A célula é vesiculosa e vacuolizada. Apesentam um tentáculo móvel que usam para capturar as presas. Em algumas ocasiões é simbionte com algas.

Para controlar a impulsão, Noctiluca scintillans pode ajustar a concentração dos seus componentes internos.

 

Esta espécie, que é bioluminescente em algumas área (noctiluca significa "lanterna brilhante"), pode também formar marés vermelhas, estando associados à morte de peixes e invertebrados.

Pouco se sabe sobre seu complexo ciclo de vida. A reprodução pode ser tanto sexuada quanto assexuada, por divisão binária.

Bioluminescência

Boiando logo abaixo da superfície da água a noite, dinoflagelados, e em particular Noctiluca scintillans, são as causas mais comuns de bioluminescência em mar aberto. Milhões de Noctiluca scintillans cintilam nas ondas, fazendo jus a seu nome "mar brilhante". A luz azul-verde é emitida por pequenas organelas e é gerada por uma reação química. A enzima luciferase catalisa a reação entre o oxigênio e uma substância chamada luciferina, liberando energia luminosa. Normalmente o gatilho para a emissão de luz é um estímulo mecânico, como o contato ou a agitação da água ao seu redor.

Diferente de muitos peixes bioluminescentes, Noctiluca scintillans não depende da bactéria emissora de luz.

Normalmente, sua concentração não é suficiente para gerar o impacto mostrado nas fotos. Mas a sequência de acontecimentos que transformou o verão da Noctiluca em um grande banquete permitiu que ela se multiplicasse muito além do seu normal. O pico do fenômeno foi entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009. Quando a comida acabou, a Noctiluca também se foi. Enquanto durou, Phil Hart, fotógrafo e canoísta, se fartou de tirar fotos e nadar com amigos nas águas coloridas.